quarta-feira, 11 de março de 2015

Mostramos Nossa Cara!

O "bagulho tá lôco' no  Brasil e cada vez mais as pessoas de digladiam em torno das disputas eleitorais que não cessam, nem com o fim do pleito de 2014.
De um lados Petralhas, "mancomunados" com o governo e "ganhando dinheiro" para defender o, dito,  indefensável e do outro lado "Tucanalhas" golpistas que querem um "terceiro turno" eleitoral para defender os bons costumes e livrar (é só mudar o governo?) o país da corrupção que "nunca antes na história desse país" foi tão grande (aham...).






Nem tanto ao mar...

O Brasil foi descoberto antes de 1500, mas oficialmente Pedro Álvarez Cabral chegou por essas bandas um milênio e meio depois do nascimento de Cristo Nosso Senhor - Amém e aí já vemos que o país começou com uma mentira tão mal contada, mas tão bem aceita que a gente finge não existir e toca a vida sem pudores dando aos Lusitanos o que era dos Chineses (1422 Expedições Chinesas estiveram por aqui).
E parece que desde então vivemos a sina de fingir que a verdade que se conta é a verdade "verdadeira". Durante os anos subsequentes nos formamos como uma república, hora de bananas e hora altivos e ciosos de "...nossa pátria mãe gentil...". No entanto quando mesmo nos formamos como povo?
Nossa integração nacional devemos muito mais a Assis Chateabriand que nos deu a chance de termos, ao menos, um televisor em cada domicílio da classe média brasileira e assim abriu-se "uma janela para o mundo" nas salas de estar mas realmente a gente viu "...O Brasil na tevê..."? Como Chico Buarque (O COMUNISTA SANGUINÁRIO TIDO COMO GÊNIO ANTES E BOÇAL ATUAL) viu em seu exílio?
Acho que não vimos tanto assim, mas o pouco que vimos não gostamos. Preferimos o que vem de fora, preferimos não ver nossas mazelas e quando elas nos são jogadas na cara a gente usa o novo ditado que dá conta que: "- A culpa é minha, eu jogo em quem eu quiser..." .
Quando vemos todas as notícias que pipocam na imprensa é duro mesmo, mas sabe qual a razão disso? Somos nós ali, somos nós que trouxemos o barco até agora e construímos isso.
Colocamos a culpa no espelho pelo o que ele reflete, mas não culpamos a nós mesmos pelo o que nos tornamos em mais de 500 anos.

Quando a farinha acaba não tem pirão primeiro e nem o último.

Agora ninguém se salva e a mostramos nossa cara e infelizmente nossa cara não nos agrada e ficar nos criticando não vai resolver nada.

É HORA DE CADA UM MUDAR A SI MESMO. Rever o "jeitinho", rever o Gato-Net, rever tudo nos fez cúmplice e partícipe dessa corrupção toda. Pois falar do governo e mudar o governo não nos faz mais limpos ou melhores, no entanto mostra nossa incapacidade de nos organizarmos como nação que busca o melhor para o todo e não só para si.
Não dá para acreditar em mudança que não contemple a visão que cada um tem do país e da importância de ver seu semelhante bem para que o todo seja melhor para mim também.
É impossível um impeachment geral e "pegar alguém para pato" não resolve nada além de "jogar para a galera".
Enfim, Mais do que evento coletivo criado por redes sociais o Brasil precisa de mim, de ti, da esquerda, da direita pois no final somos todos passageiros do mesmo barco e se cada um remar para um lado, estaremos à deriva sem rumo e sem cais.


Até!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O medo de não ser

Hoje estive pensando sobre o medo da morte, aliás um assunto que sempre evitei tratar em meus textos, mas em um ano onde perdi minha avó materna eu acho que cabe a reflexão.

Minha avó criou dois filhos, não conheceu o mundo, mas segurou a onda para que meu avô vivesse o que viveu. Foi sempre uma pessoa dura quando meu avô era vivo, no entanto com seu falecimento ela se tornou uma pessoa mais chorosa, sentimental sem perder a força que lhe caracterizava, enfim passou por diversas fases e, tenho certeza, cumpriu com honras sua missão

Chico Anysio em recente entrevista ao fantástico disse que tinha medo de morrer pq tinha pena de não ter mais contato com os netos, filhos e tudo o mais que realmente vale à pena (sem trocadilho).
É poer isso que citei a vida de minha avó e a frase do Chico. Tenho medo de não ser, medo de perder a chance dada por DEUS de construir meus sonhos, minha família com altruísmo e doação. Tenho vivido de maneira egoísta, talvez motivado por uma adolescência complicada onde faltava dinheiro e sobrava confusão por conta da separação dos meus pais, mas sei que isso não me completa e esse vazio me toma tanto quanto o álcool que tomo pensando em completar e aplacar esse vazio.
Sem dramas,eu sei pq hoje é essa a minha realidade e ela me foi conveniente por um tempo, mas eu não sei como sair, como me dar novamente a chance de vencer, sem medo de morrer, sem medo de não ser!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ser complexo

É engraçado, mas muitas vezes nos deparamos com situações que nos desafiam e, algumas delas, simplesmente preferimos fugir.
Muitas delas surgem todos os dias em nossa frente. Seja uma barriga mais avantajada, uma situação mal rsolvida em algum relacionamento antigo, sei lá... Cada um sabe do que estou falando.

Tenho algumas dessas situações e por isso escrevi as linhas que se seguem para tentar demnonstrar como me sinto ante essas situações:


É complexo, eu sei;
Muitas vezes me pego a pensar no que não devo
Ou devo pensar no que não penso.

Penso no quão grande queria ser, mas me lembro do quanto sou pequeno;
Lembro do tudo o que sonhei e pouco que lutei.
Lembro do pouco que me dei e, aí dói, ver o quanto se deram
e eu e omiti.

Nunca foi maldade sentir o que sinto, nunca foi verdade mentir o que vivo.
Nunca me vi maior do que sou, mas talveZ nunca tenha me enxergado do tamanho que estou.
É quase uma poesia, não fosse a falta de forma e falta de um poeta,
É, certamente, mais um texto de um pretenso pensador que de tanto fugir usa esses textos para extravasar de forma muito pouco esperta e commuito pouco pudor.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Orgulhava-se o céu de suas estrelas, de seu tamanho e esplendor tão infinito e de tanta luz.
O Céu, belo senhor, sempre vigoroso e tão grande, tão belo jamais percebeu que o Mar, que do Céu se aproveita para criar o horizonte é tão apaixonante, pois dentro de seus limites traz tantos encantos, tantos mistérios que me faz perguntar.
Se o Céu que é tao grande e inatingível me faz tão ínfimo pq nao me encanta quanto o Mar? Hora, mas o mar é a obviedade do vai-e-vem temperado com o sal e com a vida que em seu eu habita diferente do Céu, tao cheio de espaço que lhe deixa vazio faltando a verdade da vida que abunda no mar.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ser a paz que traz a calma
Ser a calma que traz alegria
Ser a alegria que traz contentamento.
Ser o contentamento que faz o amor pleno
Ser o amor que se faz necessário
Ser necessário sem ser necessariamente o único
Pois ser único é ser só e ser só é muito pouco
E pouco não é paz
Pouco não é calma
Pouco não é alegria
Quem se contenta com pouco talvez seja pleno
Mas para que seja amor e pleno é necessário
Que o amor, ainda que seja único, seja tudo menos só!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Talvez o Amor

Talvez o amor já tenha me tocado nesses últimos quatro anos.
Talvez ele ainda habite em mim e ele seja a parte que eu chamo de vazio
quando lembro de vê-la.
Minha dificuldade é, certamente, não sentir o fogo de uma paixão
Paixão daquelas que tira o ar e que tira a paz.
O amor mudou e eu não aceitei,
nem mesmo percebi que quanto mais procurei, mais fugi
Mais profundamente ele se pôs em mim.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ela...

Ela que notei no momento que vi.
Que tão estranho me achou e tão feliz me fez
Ela que sempre que surgiu o céu se abriu,
Ainda que as nuvens ousassem desrespeitar.

Ela que é verdedeira nos seus medos e corajosa na sua verdade
Que sabe-se mulher e sabe o quer
Que sabe querer e quer sempre mais.

A ela digo o quanto ela me faz, ainda que distante
Ainda que não minha. Me faz feliz me acalma e traz
A certeza do bem e da minha alegria!